11 de Junho de 2017 Cícero Araújo
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Nordestino é que menos consome os “falsificados”

 

Aproximadamente três em cada dez brasileiros (32%) afirmam que adquiriram algum produto pirata em 2016, de acordo com pesquisa Fecomércio RJ/Ipsos. A população do Nordeste é a que menos recorre aos falsificados, 28% da população. O preço mais barato segue na liderança como razão para consumo de tais produtos  CDs e DVDs.
 
O trabalhador que age de alguma forma na ilegalidade é o que sustenta a economia subterrânea e a modalidade mais conhecida no Brasil é a do vendedor ambulante que, não raro, comercializa produtos falsificados ou ilegais, além de deixar de contribuir com a receita em arrecadações de impostos pelas atividades desenvolvidas. Existem também casos que podem ser denominados ‘mistos’, quando a pessoa divide seu tempo entre o trabalho formal e o informal.
 
Entre as razões para comprar um produto pirata, o preço é o principal motivo, segundo 96% dos consumidores dos produtos. CDs s DVDs de música de artistas nacionais são isentos de impostos desde 2013.

 

DVDs lideram a pirataria

 

Apesar de historicamente a parcela de brasileiros que adquire produtos piratas estar em queda, DVDs e CDs continuam liderando o ranking de itens piratas mais consumidos, com 62% e 56%, respectivamente. Houve uma queda de 25 pontos percentuais, na comparação com o ano de 2011. É o menor percentual para o item desde o início da série histórica. Entre outros itens piratas consumidos estão: roupas (14%); calçados e bolsas (10%); e brinquedos (10%).
 
De acordo com o Paulo Sérgio Costa, inspetor da Receita Federal de Cabedelo, há cerca de cinco anos não ocorre uma apreensão, já que os produtos parar de chegar do exterior (DVDs eram produzidos na China e gravados lá mesmo ou no Paraguai), o que incorria em crime de descaminho. “A comercialização dos DVDs não deixou de ser crime, porém agora é mais encargo da polícia militar ou civil, já que se trata de violação dos direitos autorais”, revela.

 

 
 
Redação 

 



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